Antropologia e Turismo

Próxima Aula, dia 15.1.2009

Turismo, Performance e recriações históricas

Convidado: Paulo Raposo  CRIA /ISCTE

BUSATTA, Sandra “Everybody is the Good One !Living History and Monuments at the Little Big Horn Battlefield Site“. Antrocom 2007 – Vol 3- n. 2 -95-102 e AGNEW, Vanessa 2004, Introduction: what is reenactment?” Criticism,  Summer, 2004

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Próxima Aula, dia 8.1.2009

Convidada: Rute Costa

Sistemas Conceptuais, Estatísticas e Terminologias relativas ao turismo

Textos de Apoio

  • Costa, Rute / Silva, Raquel. 2008. «De la typologie à l’ontologie de textes». Terminologies & Ontologies : Théories et applications. Actes de la 2 ème Conférence – Toth Annecy – 2008. Annecy : Institut

  • Roche, Christophe “Saying is not modelling“. 2007, Natural Language Processing and Cognitive Science; pp 47 – 56. ICEIS 2007, Funchal, Portugal

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Próxima Aula, dia 18.12.2008

Convidado: Frédéric Vidal

ISCTE/CRIA

Turismo e lugares turísticos: abordagens numa perspectiva pluridisciplinar

TEXTOS DE APOIO

  • Philip L. Pearce, Michael Fagence, «The legacy of Kevin Lynch», Annals of Tourism Research, vol. 23, nº3, 1996, pp. 576-598.

  • Hal K. Rothman, Devil’s Bargains. Tourism in the Twentieth-Century American West, Univesity Press of Kansas, 1998, 433 p.Chap. 3. The tourism of Hegemony I : Railroads, Elites, and the Grand Canyon

  • David Gilbert, Claire Hancock, « New York City and the Transatlantic Imagination. French and English Tourism and the Spectacle of the Modern Metropolis, 1893-1939 », Journal of Urban History, vol. 33, nº1, 2006, pp. 77-107.

  • Angelo Torre, « Un tournant spatial » en histoire ? Paysages, regards, ressources », Annales. Histoire, Sciences sociales,  2008/5, pp. 1127 à 1144.

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Próxima Aula, dia 5.12.2008

Convidada: Raquel Moreira, Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril

Antropóloga

Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril

raquel.moreira@eshte.pt

Património gastronómico e turismo

Tópicos da aula

1.      Cultura alimentar, património gastronómico e identidade

1.1.           A valorização recente da gastronomia

1.2.           Conceitos de cultura alimentar, património gastronómico, gastronomia, sistema alimentar e identidade

2.      Património gastronómico e turismo

2.1.           A gastronomia como recurso turístico e como motivação da procura turística

2.2.           Formas de promoção da gastronomia enquanto recuso turístico

3.      O património gastronómico português

3.1.           Os produtos, a cozinha e os seus fundamentos histórico-culturais

3.2.           Tendências gastronómicas da actualidade

Bibliografia

  • Contreras HERNANDEZ, Jesús e Mabel GRACIA ARNAIZ (2005). Antropología y Cultura. Perspectivas antropológicas. Barcelona: Ariel.
  • SARAMAGO, Alfredo (2002). “Gastronomia, património cultural?” in AAVV (2002). Com os Olhos Postos no Futuro. Reflexões sobre o Turismo em Portugal. Lisboa: Ministério da Economia.
  • QUITERIO, José (1994). “Gastronomia e identidade cultural” in Actas Do I Congresso Nacional de Gastronomia. Santarém: Festival Nacional de Gastronomia.
  • MONTANARI, Massimo (2006). La Comida Como Cultura. Gijón (Asturias).
  • MONTANARI, Massimo (2002). “From the geography of taste to the taste for geography” in Armando MONTANARI (ed.). Food and Environment. Geographies of Taste. Roma: Società Geográfica Italiana.
  • PITTE, Jean-Robert (2002). “Geography of taste: between globalisation and local roots” in Armando MONTANARI (ed.). Food and Environment. Geographies of Taste. Roma: Società Geográfica Italiana.
  • POULAIN, Jean-Pierre (2002). Sociologies de l’Alimentation. Paris: Presses Universitaires de France.
  • ESPEITX, Elena (2007). “Los espacios turísticos del patrimonio alimentario” in Jordi TRESSERRAS y F. XAVIER MEDINA (eds.). Patrimonio gastronómico y turismo cultural en el Mediterráneo. Barcelona: IBERTUR (Red de patrimonio, turismo y desarrollo sostenible).
  • TRESSERRAS, Jordi; F. XAVIER MEDINA e Juan Carlos MATAMALA (2007). “El patrimonio gastronómico como recurso en las políticas culturales y turísticas en España: el caso de Cataluña” in Jordi TRESSERRAS e F. XAVIER MEDINA (eds.). Patrimonio gastronómico y turismo cultural en el Mediterráneo. Barcelona: IBERTUR (Red de patrimonio, turismo y desarrollo sostenible).
  • VALagão, Maria-Manuel (2002). “The reinvention of food traditions and the news uses of the countryside” in Armando MONTANARI (ed.). Food and Environment. Geographies of Taste. Roma: Società Geográfica Italiana.
  • VALagão, Maria-Manuel (org.) (2006). Tradição e Inovação Alimentar. Dos Recursos Silvestres aos Itinerários Turísticos. Lisboa: Colibrí / Instituto Nacional de Investigação Agrária e Pescas.
  • VALagão, Maria-Manuel e Joana Gomes da SILVA (2007). “Natureza, Gastronomia e Lazer: um Ecomuseu de Recursos Florestais” in Jordi TRESSERRAS y F. XAVIER MEDINA (eds.). Património gastronómico y turismo cultural en el Mediterráneo. Barcelona: IBERTUR (Red de património, turismo y desarrollo sostenible).
  • RICHARDS, Greg (2002). “Gastronomy: an essential ingredient in tourism production and consumption?” in Anne-Mette HJALAGER e Greg RICHARDS (eds.) (202). Tourism and Gastronomy. Londres: Routledge/ATLAS (Association for Tourism and Leisure Education), pp. 3-20.
  • HJALAGER, Anne-Mette e Magda Antonioli Corigliano (2000). “Food for Tourists – Determinants of an Image?”. International Journal of Tourism Research, 2, pp. 281-293.

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O Pedro Prista propôs-nos uma antropologia do turismo turisto-excentrica
Dennis O’Rourke, em Cannibal Tours apresenta-nos uma visão saturada dos turistas…

Só poderá a Antropologia do turismo desenvolver-se excluindo os turistas dos seus terrenos?

Proponho que esta questão atravesse as nossas reflexões ao longo da disciplina.

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Pxima aula: 20 Novembro 2008

Turismo: Colonialismo e pós-colonialismo
Visionamento crítico de Cannibal Tours (Dennis O’Rourke – 1987)

  • Textos em discussão
    BRUNER, Edward. 1989 “Of Cannibals, Tourists, and Ethnographers” in Cultural Anthropology, Vol IV, nº4.
    MacCANNEL, Dean, 1994, “Cannibal Tours” in Visualizing Theory 1990-1994. Lucien Taylor (Ed.). Routledge Fotocópias
  • Textos de apoio
    LUTKEHAUS, Nancy C. and O’ROURKE Dennis, 1989. “Excuse Me, Everything Is Not All Right“: An Interview with Filmmaker Dennis O’Rourke. Cultural Anthropology, 44, pp. 422-437 Jstor
    SILVA, Maria Cardeira da 2003. Videotours in Etnográfica. Revista do CEAS, Vol VII, Nº 2. Lisboa

  • Aqui está o magnífico texto A Theory of Tourism de Enzensberger que o Pedro Prista mencionou.

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    PRÓXIMA AULA, DIA 13.11.2008

    Antropologia e Turismo: O mito da eterna Partida?

    Convidado: Pedro Prista ISCTE

    Sem textos em discussão. Sugiro actualização das leitura dos textos até agora referenciados

    • COHEN, Eric  1979, “A Phenomology of Tourist Experiences” in The Sociology of Tourism. Ed. Yiorgos Apostolopoulos e outros, 1996, London: Routledge  Bib FCSH+Fotocópias
    • LUTZ, C. e COLLINS, J. 1993. “Comfortable Strangers: The Making of National Identity in Popular Photography” in Reading National Geographic. U. Chicago Press Fotocópias
    • NASH, Denisson. 1978 “Tourism as a form of imperalism” in SMITH, Valene 1978. Host and guests The Anthropology of Tourism. Oxford:Basil Blackwell Bib FCSH+Fotocópias
    • Towner, J. 1985 “The Grand Tour: A Key phase in the History of Tourism.” In Annals of Tourism Research,  Vol. 12, 297-333  B-On+Fotocópias
    • URRY, John – The tourist gaze 1996 2nd ed. (1991) – London: Sage, cap. seleccionados Fotocópias

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    PRÓXIMA AULA, DIA 6.11.2008

    Gaze Visual, Experiência e Narração

    Visionamento crítico do filme Sight Unseen, de Nicholas Kurzon.Doc.Ed. Resources, 1995 (27 min.)

    Textos de Apoio/ DISCUSSÃO

    Aqui está o magnífico texto A Theory of Tourism de Enzensberger que o Pedro Prista mencionou.

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    PRÓXIMA AULA, DIA 13.11.2008

    Antropologia e Turismo: O mito da eterna Partida?

    Convidado: Pedro Prista ISCTE

    Sem textos em discussão. Sugiro actualização das leitura dos textos até agora referenciados

    • COHEN, Eric  1979, “A Phenomology of Tourist Experiences” in The Sociology of Tourism. Ed. Yiorgos Apostolopoulos e outros, 1996, London: Routledge  Bib FCSH+Fotocópias
    • LUTZ, C. e COLLINS, J. 1993. “Comfortable Strangers: The Making of National Identity in Popular Photography” in Reading National Geographic. U. Chicago Press Fotocópias
    • NASH, Denisson. 1978 “Tourism as a form of imperalism” in SMITH, Valene 1978. Host and guests The Anthropology of Tourism. Oxford:Basil Blackwell Bib FCSH+Fotocópias
    • Towner, J. 1985 “The Grand Tour: A Key phase in the History of Tourism.” In Annals of Tourism Research,  Vol. 12, 297-333  B-On+Fotocópias
    • URRY, John – The tourist gaze 1996 2nd ed. (1991) – London: Sage, cap. seleccionados Fotocópias

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    PRÓXIMA AULA, DIA 6.11.2008

    Gaze Visual, Experiência e Narração

    Visionamento crítico do filme Sight Unseen, de Nicholas Kurzon.Doc.Ed. Resources, 1995 (27 min.)

    Textos de Apoio/ DISCUSSÃO

  • LUTZ, C. e COLLINS, J. 1993. “Comfortable Strangers: The Making of National Identity in Popular Photography” in Reading National Geographic. U. Chicago Press Fotocópias

  • URRY, John – The tourist gaze 1996 2nd ed. (1991) – London: Sage, cap. seleccionados Fotocópias

  • BUTCHER, Jim. 2003.The Moralization of Tourism. Sun, Sand and …Saving the World. Londres e N. Iorque: Routledge Fotocópias

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    PRÓXIMA AULA, DIA 30.10.2008

    Mª José Aurindo

    Turismo e representação: Portugal em Cartaz

    Textos de Apoio

    • AURINDO, M. (2006) – Portugal em Cartaz: representações do destino turístico (1911-1986) Bib FCSH-UNL
    • LUTZ, C. e COLLINS, J. 1993. “Comfortable Strangers: The Making of National Identity in Popular Photography” in Reading National Geographic. University of Chicago Press Fotocópias
    • URRY, John – The tourist gaze 1996 2nd ed. (1991) – London: Sage, cap. seleccionados Fotocópias
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    Depois do texto do Cohen….(“A Phenomology of Tourist Experiences”)

    Escreveu a Teresa T.

    In uno dei suoi momenti cupi, Pascal dece che tutta l’infelicità dell’uomo proviene da una causa sola, non sapersene stare quieto in una stanza. “notre nature” egli scrive “est dans le mouvement…La seule chose qui nous console de nos misère est le divertissement”. Diversivo. Distrazione. Fantasia. Cambiamento di moda, di cibo, amore e paesaggio. Ne abbiamo bisogno come l’aria che respiriamo. Senza cambiamento corpo e cervello marciscono. L’uomo che se ne stà quieto in una stanza rischia di impazzire, di essere tormentato da allucinazioni e introspezione. (Bruce Chatuin, in Anatomia dell’irrequietezza)

    PRÓXIMA AULA, DIA 23.10.2008

    Textos de Apoio/ DISCUSSÃO (Inscritos: Teresa Tabuchi, Sadik Habib, Victor Hugo e Pedro Oliveira?)

    COHEN, Eric  1979, “A Phenomology of Tourist Experiences” in The Sociology of Tourism. Ed. Yiorgos Apostolopoulos e outros, 1996, London: Routledge Bib FCSH+Fotocópias

    NASH, Denisson. 1978 “Tourism as a form of imperalism” in SMITH, Valene 1978. Host and guests The Anthropology of Tourism. Oxford:Basil Blackwell Bib FCSH+Fotocópias

    Towner, J. 1985 “The Grand Tour: A Key phase in the History of Tourism.” In Annals of Tourism Research, Vol. 12, 297-333 B-On+Fotocópias


    3 Respostas to “Antropologia e Turismo”

    1. Prático e funcional!
      Vai disponibilizar mais hiper-ligações entretanto? É que o acesso às bases de dados que a FCSH disonibiliza não está fácil…

      Venho ainda deixar uma sugestão: a disponibilização prévia do Power Point que serve de base a cada aula (em caso disso), uma vez que a posse de tal ferramenta de trabalho deixará espaço a um maior grau de concentração e, consequentemente, de participação no debate dos temas abordados, permitindo a cada um ganhar tempo ao tirar apenas os apontamentos que considerar pertinentes.

      Aqui fica a minha primeira contribuição. Até uma próxima.

    2. Em Ribeiro,2004 “…Aprender a ler as imagens das cidades é uma exigência que hoje se impõe ao cidadão. Ensinar a lê-las é um imperativo…com o risco de, ao negligenciá-lo, desenvolverem novas formas de exclusão assentes num novo tipo de iliteracia… urgente criar pedagogias de leitura das imagens tal como se criou o ensino público da escrita e de leitura… (Antropologia da Imagem)
      Maria José Peixe

    3. Aproveitando a deixa e visto que a Professora falou em Geminações na aula do dia 11.12.09 (Turismo, Performance e Passado: as recriações históricas) deixo-vos o exemplo da geminação entre a Vila da Murtosa e a cidade de Newark (EUA). Tive conhecimento deste caso quando fazia pesquisa para o meu estágio que, muito genericamente, tinha por tema histórias de vida de cinco famílias de varinos (nome pelo qual ficaram conhecidos os murtoseiros que, entre outros destinos migraram para Setúbal).

      Em 2001, a vila da Murtosa apresentou uma proposta de Geminação à cidade de Newark “a pensar no estreitamento das relações de amizade dos Murtoseiros residentes e em diáspora nas Terras do Tio Sam”.
      Existe uma comunidade portuguesa de emigrantes murtoseiros estabelecida em Newark e a ligação entre a “Murtosa de lá” (forma com designam Newark) e a “Terra-Mãe” (como se referem à vila da Murtosa) passa pelas asssociações que desenvolvem diferentes actividades tendo em vista o estreitamento de laços e reavivamento de memórias (ou mesmo criação de novas, como sabemos), mas também pelas viagens periódicas a Portugal.
      Foi ao nível do discurso que achei ser válido este exemplo já que apela novamente às raizes e à linguagem da comunidade além fronteiras, neste caso consequência da emigração.

      Marta Ferreira

      Este é o link

      http://www.cm-murtosa.pt//Templates/GenericDetails.aspx?id_object=2940&divName=604s991&id_class=991

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